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COMPORTAMENTO

Envelhecer sim, doente não!

Por: Dr. Mohamad BarakatINDIQUEIMPRIMIR

Envelhecer sim, doente não!

Segundo o IBGE, 3 em cada 4 idosos têm alguma doença crônica não transmissível, como o diabetes mellitus e as consequências da hipertensão arterial. São doenças de curso arrastado, boa parte delas incurável e a partir do momento em que a doença se instala só resta fazer o tratamento convencional, que é o de manusear amenizando as consequências e minimizando seus efeitos, prolongando a vida com uso e recurso de medicamentos.
A melhor forma de combater a doença é evitá-la, enfatizando ações preventivas.
O homem persiste em viver cada vez mais, procura recursos para tal empreitada em sua vida, 80, 90 e até 100 anos passam a ser parte da rotina da 3º idade.
Ainda dentro deste cenário, é importante lembrar que o perfil econômico dos países em que está ocorrendo a expansão da expectativa de vida está sofrendo mudanças. Estudos de impacto demográfico realizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que por volta do ano de 2025, 30% da população terá 80 anos, ou mais. Esta demanda gastará cerca de 65% a mais no tratamento das doenças relacionadas à velhice. Esses fatores podem gerar uma crise nos sistemas previdenciários do mundo inteiro.
Só existe uma maneira viável de conjugar qualidade e quantidade de vida: investir em um modelo essencialmente preventivo. A medicina antienvelhecimento entende a saúde como algo muito mais profundo do que simplesmente “não adoecer”, ela utiliza avançados conhecimentos tecnológicos e biomédicos, permitindo a elaboração de protocolos clínicos e terapêuticos padronizados e que visam detectar, prevenir e tratar as doenças associadas ao processo de envelhecimento humano, isso sim é efetivo, fácil e muito barato.
Há 50 anos a herança genética era preponderante na determinação de doenças futuras, pois independente de classe social, o estilo de vida era implacável.
Atualmente a herança genética corresponde por 20 a 30% dos fatores responsáveis pela determinação de doenças, o restante é determinado pelo estilo de vida.
A longevidade saudável não tem um momento certo para começar, não é necessária prescrição médica para cuidar da própria saúde, basta querer mudar. Nós, médicos, nutricionistas, professores de educação física, etc, não podemos ajudar alguém que não queira ser ajudado.
Lembre-se, saúde é o melhor remédio!
 

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