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COMPORTAMENTO

Perdoar, vale a pena

Por: Angelo Bereta FilhoINDIQUEIMPRIMIR

Aparecida Dias Rocha Professora de Biologia e...

BULLYING

Fernando Jerônimo dos Santos Junior

Angelo Bereta Filho

BULLYING - Educar para a vida ou para a morte.
Aparecida Dias Rocha
Professora de
Biologia e Ciências
Bauru - SP.


Para a maioria dos adolescentes, é importante fazer parte, pertencer a um grupo ou a uma turma, porque isso infere a ele um “sentimento de identidade”. O grupo varia conforme a atividade que desenvolve e o local onde se reúne. Podem ser formados por colegas, conhecidos ou apenas gente da mesma idade.
O lado bom do grupo é que torna os momentos mais felizes quando dividem coisas boas, faz com que as coisas fiquem mais leves quando estamos com problemas, e até dá coragem para tomar algumas decisões que sozinhos não conseguiriam, como por exemplo, ir a festas.
No entanto, existem muitos aspectos que não são legais, por exemplo, quando o grupo exerce poder de pressionar, de influenciar ou convencer o adolescente a fazer algo que não é bom ou correto. A pressão do grupo pode se manifestar de diversas formas: convincente, sedutora ou intimidatória.
Alguns adolescentes são mais influenciáveis à pressão do grupo do que ou-tros. Entretanto, dependendo da situação, o adolescente apresenta reações diferentes a um mesmo tipo de pressão. Muitas vezes é difícil enfrentar a pressão do grupo, por isso é importante proporcionar para o adolescente uma reflexão sobre os sentimentos de autoestima e defesa de seus conceitos e valores. É aí que entra a educação e valores que se teve da família fazendo deste adolescente um ser pensante, que saiba dizer não e ter opinião própria.
De que maneira os adolescentes se envolvem com o bullying? Alvos – só sofrem; alvos e autores – ora sofrem ora praticam; autores – só praticam; testemunha - só assistem, mas não denunciam por medo.
Comportamentos e atitudes de prática do bullying: apelidar, quebrar pertences, ofender, zoar, gozar, encarar, sacanear, humilhar, agredir, roubar, isolar, fazer sofrer fisicamente e psicologicamente, intimidar, ignorar, assediar, amedrontar, dominar, excluir e discriminar. As consequências são desde síndromes do pânico, dificuldades de relacionamentos, demonstrar falta de vontade de ir à escola, sair de casa, sentir-se mal perto da hora de sair e até o extremo do suicídio.
Muitas vezes os pais deixam os filhos ficarem horas na internet, sem saber com quem estão conversando. Sabemos que o ciberbullying é uma forma virtual de praticar o bullying; então, é preciso observar se o seu filho apresenta comportamentos diferentes.
Mas será que os pais de hoje estão presentes na educação de seus filhos ou estes esperam que escolas e amigos cumpram o papel de educadores que seriam seus? A sociedade pode educar para a vida ou para a morte. É uma questão das companhias que o filho tem e os lugares que frequenta. A escola procura, na medida do possível, educar, mas sabemos que o tempo que o aluno fica na escola é pouco para que tenha uma educação completa. Sabemos muito bem que os pais são os exemplos para seus filhos, mas para isso precisam arrumar um tempo, estar presentes, seja para dar carinho, elogios, um bate-papo, brincadeiras ou mesmo uma bronca. Arrumar um tempo que tenha qualidade no relacionamento com seus filhos, é preocupar-se com ele, fazer com que se sinta importante.
Vivemos um mundo capitalista com famílias desestruturadas e com falta de Deus e, quando o adolescente está em casa, a maior parte do tempo fica fechado no quarto para falar pelo celular, entrar no blog e mandar mensagens de texto. Os adolescentes estão formando seu próprio mundo, longe de suas famílias, e o problema não é a tecnologia e sim os limites em relação ao uso do seu tempo e qualidade de informações.
Sabemos que muitas vezes estão carentes de amor e compreensão, e os pais não conseguem enxergar. Não tenha receio de dizer não aos seus filhos, chamar sua atenção quando estão errados. Não os poupe dos momentos difíceis, pois é assim que estes amadurecem e vão dar valor a suas conquistas, sem medo de errar.
Faça de sua casa o melhor lugar para seu filho querer ficar, faça parte do mundo dele, conheça seus amigos, procure curtir suas músicas, seus filmes, chame-o para sair, tomar um lanche, faça com que se sinta amado. Só assim você estará educando para a vida.




Perdoar, vale a pena
Angelo Bereta Filho

No texto anterior escrevemos sobre nossa responsabilidade diante das adversidades. Nesta edição vamos discorrer sobre o perdão e a sua importância.
Há alguns anos atrás li um livro de Norman Vicent Peale, em que o autor conta uma experiência ocorrida em sua sala de terapia. Um homem o procurou dizendo que estava muito mal e não conseguia mais dormir; após muita conversa, o psicólogo disse ao paciente que não encontrou o motivo de sua tristeza, dispensando-o por diversas vezes, sempre indagando se não havia mais nada a comparti-lhar. Um dia ele voltou ao consultório decidido a abrir o coração, e assim o fez. Disse o paciente: “Eu tenho omitido em nossas conversas o peso que carrego e me adoece! Quando meu pai estava em seu leito de morte, mandou me chamar e confidenciou que deixaria toda a herança da família em meu nome e pediu que eu cuidasse da parte de meu irmão mais novo, até a sua maioridade, e eu não fiz isso, mas fiquei com todo o seu dinheiro”.
E agora o que eu faço? E a resposta de seu terapeuta, cristão, foi: “Peça perdão a Deus pelo seu erro; e mais, perdoe-se a si mesmo. Peça perdão também a seu irmão, e restitua o que lhe pertence por direito”. Este homem praticou as orientações de seu terapeuta. Assim, através de uma atitude coerente, verdadeira, justa e resultante de um arrependimento genuíno, teve sua saúde emocional, física e espiritual restauradas.
Esse é um exemplo prático da necessidade de decidirmos, e agirmos, perdoando sempre que for necessário.
Para entendermos mais sobre o perdão e sua necessidade é preciso recorrer às Escrituras, que ensinam, em Colossenses 3:13: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós;”
Como se vê, perdão não é um sentimento. É uma ordem. Normalmente não perdoamos porque não sentimos vontade de perdoar. Perdão é uma decisão. Você não sente, mas decide perdoar, e então encontra a alegria de viver novamente.
Jesus Cristo de Nazaré ensinou como devemos orar, e depois enfatizou: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” (Mateus 6:14-15).
Pastor Caio Fábio em seu sermão “setenta vezes sete” diz: “perdão é Graça, é a oportunidade de oferecer aos outros uma memória apagada, sem registros, sem magoas e sem as tatuagens do ressentimento. Perdão é deixar o outro nascer outra vez em nossa história. É dar outra chance. Perdão é falar de um outro padrão de vida. Perdão é saúde física e espiritual.”
Quem não perdoa adoece na alma, deformando-se, definhando, apodrecendo. A falta de perdão impulsiona o egoísmo, a indiferença, a hipocrisia. Diz-se que a ira e amargura camufladas, decorrentes da falta de perdão, são umas das causas de várias doenças, como o câncer, por exemplo. O perdão não se pode explicar, nem justificar.
Corrie Tem Boom diz: “Não há outra forma de tocar no oceano do coração de Deus se não perdoar e amar os inimigos”.
“Em seu livro Tramp for the Lord (1974), ela narra a história de como, após estar ensinando na Alemanha, em 1947, ela se aproximou de um dos mais cruéis guardas de Ravensbrück. Ela estava relutante em perdoá-lo, mas orou para que conseguisse fazê-lo. Ela escreveu que,
Por um longo momento, nós tocamos nossas mãos, o ex-guarda e a ex-prisioneira. Eu jamais havia conhecido o amor de Deus tão intensamente quanto naquela hora. - Na mesma passagem, ela escreve também que, em sua experiência do pós-guerra com outras vítimas da brutalidade nazista, aqueles mais capazes de perdoar foram os que mais facilmente puderam reconstruir suas vidas.” (extraído do site Cristianismo Wiki – link:http://cristia-nismo.wikia.com/wiki/Corrie_ten_Boom).
Mas muitos insistem em reter o perdão, e essa atitude significa tomar veneno para matar o outro. Com essa atitude você decide pela falta de alegria de viver, pela infelicidade e ausência de paz. Faz uma opção pela morte.
O problema é o ódio e a amargura guardados por um longo tempo. Ao descobrirmos a razão das dores e depressão, podemos afirmar que a cura e libertação de suas enfermidades dependiam de uma decisão: perdoar! Ela não quis perdoar seus ofensores; sentia ódio por toda a família e queria ver todos mortos. Decidiu continuar tomando veneno para matar outros, sendo que na verdade ela é que estava morrendo. Aquela senhora continua doente. Perdoar, vale à pena?
Qual é a consequência de não praticarmos o perdão! Afeta nossa auto-estima, que é essencial para uma vida satisfatória, pois repercute em todos os aspectos de nossa exi-s-tência e do nosso sistema imunológico.
Quero afirmar que vale a pena perdoar, sempre. É uma decisão que você deve tomar imediatamente, pois o que está em jogo é sua vida, sua felicidade, sua alegria, sua saúde física e espiritual e seus relacionamentos, tanto familiares como empresariais. Sua sociabilidade está em jogo!
A maneira como agimos e reagimos é que nos dá os frutos que plantamos. O que plantamos é o que colhemos. O que você está plantando? Ódio, culpa, rancor, amargura!
Convido-o a tomar uma decisão: Perdoar, livrando-se da culpa, da magoa, da amargura, assumindo responsabilidade pela própria felicidade e parar de culpar outras pessoas ou fatores externos. Decida não permitir que algo fora de você roube sua paz de espírito e sua alegria.
Perdoar é decidir amar-se a si mesmo e ao próximo, e isso vale a pena mesmo!
Então poderemos começar a nos livras dos velhos hábitos e velhas bagagens agora mesmo, é só decidir perdoar.Sim, perdoar vale à pena!


Quem sabe canta.

Fernando Jerônimo dos Santos Junior, mais con hecido como Fernandinho, é um cantor brasileiro de música gospel. Aliás, um re-presentante deste seguimento que vem cres-cendo de maneira bem acentuada nos últimos anos. Demostrar a fé em estado de paz e alta frequência, produzidos por letras cheias de mensagens de esperança e acolhimento pelo criador, somados a uma melodia eletrizante faz com que esta moçada que vem “com fé” tenha no mínimo um estímulo positivo.
Fernandinho nasceu em Aracaju, Sergipe, no dia 24 de março de 197, e com menos de quinze anos mudou-se para Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro. Fez parte de um grupo onde recebeu suas instruções musicais e aprendeu técnicas de canto. Depois criou seu próprio grupo no qual cantava e tocava bateria. Chegou a fazer parte do Grupo Hágios. Casado com Paula Santos, que participa no vocal de todos os seus CDs, pai de Asafe, Abner e Mariah.
Esse homem com certeza presa por uma humanidade melhor


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