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Mergulho

Por: Marcelo Sanzone e XereiaINDIQUEIMPRIMIR

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É chegado mais um final de ano, e estávamos todos empolgados com o nosso tradicional mergulho de reveillon. Este ano fomos para Nassau e seus tubarões, nas Bahamas.
Como sempre o ano correu, já era hora de ir para o aeroporto. A agenda de mergulhos ficou por minha conta “ hahahaah”, 16 mergulhos ao todo, um mais bonito que o outro.
NASSAU

Estava chuvoso, ficamos desanimados, e recebemos uma ligação do pessoal do Stuart “Cowe’s” - operadora de mergulho local - devido ao tempo ruim, os mergulhos estavam suspensos. Decepção total.
Passeamos pelo hotel Atlantis e a noite fomos ao Carnaval local, muito parecido com o nosso, mas bem menor.
No dia seguinte, as 7 horas, chegou a Van que nos levou até os barcos. Ficamos impressionados com a extrema organização e com a qualidade dos equipamentos. As lanchas novas, tudo muito bem conservado, as instalações muito bonitas e limpas, uma joinha.
Fomos recebidos por Stuart - que conhece o Brasil- e se lembrou de quando estive lá há 16 anos. Stuart colocou à nossa disposição um barco, éramos os 10 brasileiros – Marcello, Juliana, Frank, Alessandra, Fernando, Neusa, Daniel, Beatriz, Everaldo e André, e acreditem, nosso “dive” master era brasileiro, o Beto.
A água estava muito limpa. Todos os mergulhos são feitos na beirada da plataforma que chega a mais ou menos 25 metros caindo verticalmente para 3000, a vontade de ir mais fundo era forte, mas regras são regras, fiquei ali mesmo.
Estava um pouco receoso quanto ao mergulho com os tubarões, faríamos 4 no total. Dois integrantes estavam meio amarelos com a idéia, conversei com a Alessandra - essa é minha sogra - nem o tubarão a quis, voltou inteirinha, que azar...brincadeira. Fernando queria ir, estava muito eufórico. Finalmente chegamos e caímos na água, desci primeiro com a July Xereia, que é metida mesmo e queria ver os tubarões de pertinho, e Daniel, irmão da Jú.
Quando chegamos ao fundo avistamos 3 tubarões de 2 metros cada, nos colocamos de acordo com as orientações que recebemos, e só então veio um dos instrutores com a comida – Senhor do céu!!! – os tubarões ficam num espaço bem pequeno, uns 30, vindo de todos os lados. A instrutora que está com a comida, se aproxima de cada um de nós, e os tubarões chegam a esbarrar na gente, a Neusa que o diga, tomou uma rabada tão forte que foi jogada para trás. resumo da opera, o mergulho é lindo, os animais não são agressivos, vale cada centavo.



NAUFRÁGIO

Fizemos mais mergulhos. Um deles em um navio que naufragou e lá encontramos desde o rebocador do pato Donald, até dois cargueiros afundados de propósito, um de frente para o outro. O que mais poderíamos querer? Para minha surpresa, um comentário, da Xereia – ah, eles não são grandes, não tem como irmos à algum lugar que tenham maiores? E tubarão martelo? Não tem nenhum aqui? Eu acho esses tubarões lindos.
Bom pessoal, recomendo esse local de mergulho, fácil, calmo, água limpa, quente, atende todos os níveis de mergulho e como sempre digo, fotos dizem mais que mil palavras, aproveitem.
Ta bom Juliana eu vou falar que quebrei uma regra e tomei uma bronca, e que o Beto ficou a tarde toda sem falar comigo. Os americanos têm regras de segurança muito rígidas e a operação deles é toda redondinha, quando fazemos algo diferente eles ficam muito bravos, vou explicar:
“Já conhecíamos bem o local próximo aos corais, e o Beto também já tinha visto que sabíamos o que estávamos fazendo. Resolvi descer para dar uma olhada no abismo e checar o computador, então desci direto dos 15 metros para 63 metros, ele ficou uma fera, só de ver o olhar dele embaixo d’água já me senti culpado.”
Mas isso foi um pequeno escorregão, o que valeu foi a aventura.

“O que a propaganda faz com um assunto! Graças a Steven Spielberg esses animais são assassinos impiedosos, mas quando você os vê ao vivo, acaba querendo mais.”
Marcelo Sanzone
 

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