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Coréia do Sul

Por: Marcelo SanzzoneINDIQUEIMPRIMIR

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Hoje os levarei à uma viagem um pouco diferente das outras. Fiz uma viagem muito interessante que se repetiria por mais quatro vezes depois de 2009, fui à Coreia do Sul.
Da primeira vez fui convidado por um grupo coreano, representado aqui no Brasil por um grande amigo, John Kage, que convidou outro amigo que na época era Secretário de Estado do Rio Grande do Norte, Jean Paul Prates.
Fomos convidados com o objetivo de conhecer parceiros em potencial para o setor de óleo e gás. As grandes corporações de “heavy industries” do mundo estão sediadas lá, como por exemplo, Hyundai, Sansung, LG, Dayhoo. Kia, etc... Ao contrário do que pensamos, essas empresas atuam em várias áreas e não só na automobilística ou de eletrônicos. São grupos gigantescos que dividem todas as oportunidades criadas pelo governo.
Uma coisa que deveríamos copiar deles é a estratégia que usaram para se tornarem a potencia que são. Investiram muito forte em educação e especializações, e depois do país estar organizado nesse setor, começaram as mudanças de infraestrutura. Hoje o país lidera a lista dos países mais modernos do mundo, com arranha-céus, rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, etc...
Essa aventura começou com uma viagem de 36 horas num avião. Existem rotas alternativas, podemos ir por Los Angeles, Milão, Paris, Cidade do Cabo, Paris ou Franckfurt. O vôo é bastante cansativo e pela primeira vez achei imprescindível faze-lo de classe executiva, e ainda, para piorar, há a questão do fuso horário que dá uma diferença de 12 horas a mais e posso garantir que a adaptação é demorada.
Chegando lá fomos para o hotel The Shilla (primeiro nome da Coreia do Sul), o melhor hotel que já me hospedei na vida, e modéstia a parte, conheço alguns dos mais famosos. Este, por fora aparenta ser um prédio bem comum, mas por dentro há uma mistura de bom gosto, elegância e modernismo, que oferece recursos eletrônicos de última geração.
Foram 12 dias de muita correria e muito trabalho. Fiquei impressionado com os dados de produção das empresas, por exemplo, o estaleiro da Hyundai produz um navio modelo Panamax por dia.
Na minha opinião, uma das melhores experiências durante as viagens é conhecer a gastronomia local, e com certeza essa é a culinária mais estranha que já conheci, com muito peixe e tudo mais que vem do mar, arroz, chás, e a marca registrada deles é, sem dúvida, a pimenta. As refeições são servidas como se seguissem um ritual, a mesa está sempre cheia, com muita diversidade e pouca quantidade. A base da culinária coreana é muito saudável, sentimos a diferença em pouco tempo, deve ser por isso que eles têm a maior expectativa de vida do mundo, 86 anos.
Nos últimos dias fomos recebidos pelo governo, que nos apresentou o país e se colocou a disposição para desenvolver novas alianças e cuidar do crescimento de ambos os países. Nossos anfitriões organizaram passeios para nos apresentar sua cultura e sua historia, o país tem uma grande área de mata preservada, além de praias lindas, mas a água é muito fria.
Com toda certeza, a Coreia do Sul é um lugar que vale a pena conhecer, é uma troca cultural muito valiosa.
 

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